quarta-feira, 31 de julho de 2013

Raízes Aquáticas



Como o próprio nome sugere, são raízes que se desenvolvem em plantas que normalmente flutuam na água. Sua função, diferente das subterrâneas, não é de fixação, mas de absorção de água e sais minerais.

Classificação

1. Natantes:
Plantas aquáticas que flutuam livremente na água. Exemplo: aguapé (Eichhornia crassipes, Pontederiaceae).






2. Lodosas: 
     Plantas aquáticas que possuem as raízes fixas no substrato, nos pântanos e no fundo de rios e lagos. Exemplo: vitória-régia (Victoria amazônica - Nymphaeaceae). 





Quantidade de iodo no sal consumido no Brasil será reduzida

Consumo excessivo da substância pode aumentar os casos de tireoidite de Hashimoto, doença autoimune que tem entre seus principais sintomas fadiga crônica, cansaço fácil e ganho de peso.

Medida que reduz os limites de iodo adicionado no sal de consumo humano no País foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Atualmente, a faixa de variação do iodo no sal é de 20 a 60 miligramas (mg) por quilo (kg) de sal e, com a resolução, passará de de 15mg/kg a 45 mg/kg.
A medida foi tomada a partir de pesquisas que revelam que a população brasileira consome uma taxa de iodo maior do que a recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os novos valores também seguem a orientação do Ministério da Saúde, que tem acompanhado o perfil de consumo de sal no Brasil.
De acordo com a Anvisa, há indícios de que o consumo excessivo da substância possa aumentar os casos de tireoidite de Hashimoto, doença autoimune que tem entre seus principais sintomas fadiga crônica, cansaço fácil e ganho de peso.
Os limites de adição de iodo no sal recomendados pela OMS ficam entre 20 mg e 40 mg para países em que a população consume uma média de 10 gramas de sal por dia. Dados do Ministério da Saúde indicam que o brasileiro consome 9,6 gramas de sal diariamente, mas o consumo total pode chegar a 12 gramas, quando levado em consideração alimentos processados e consumidos fora de casa.
A adição do iodo no sal foi adotada na década de 50 do século passado como estratégia de redução do Bócio, doença provocada pela deficiência do iodo (DDI) no organismo, que pode provocar retardo mental grave e irreversível, surdo-mudez em crianças, e anomalias congênitas. No entanto, a quantidade de adição do nutriente tem sido revista ao longo dos anos em virtude das mudanças no padrão de alimentação dos brasileiros, pois o excesso deste nutriente também traz danos à saúde.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Exemplos de raizes

Introdução


O primeiro órgão que deve ter aparecido foi a raíz, que permitiu que os vegetais vivessem em locais em que a superfície fosse mais seca, por irem procurar abaixo do solo, à vezes em profundidades razoáveis, a água e os minerais necessários à vida.
Com o tempo els se adaptaram para armazenar substâncias de reseva e mesmo exercer outras funções muito mais complexas, em alguns casos, até mesmo a reprodução.

Origem da raiz



A origem da raíz principal de um vegetal superior é uma pequena região do embrião contido na semente: a radícula..As raízes laterais, por sua vez, se originam da raíz principal ou de outra raíz já existente.
Há casos, contudo em que uma raíz se origina de um outro órgão como o caule e a folha. Nestes casos as raízes são chamadas de adventíceas.

Regiões da raíz

Examinando uma raíz de cima para baixo, podemos distinguir diversas zonas, que são:
 

Classificação das raizes



SubterrâneasAxiais
Raíz principal de onde saem outras raízes
FasciculadasSem raíz principal, todas semelhantes
AéreasEscorasPara sustentar as plantas ou seus galhos
CinturasPara fixar, sem parasitar, em cima de outra planta
EstrangulantesEngrossam ao redor e estrangulam outra planta
TabularesLaterais e achatadas. Para respirar e fixar melhor
RespiratóriasCrescem para cima. De plantas de mangue
GrampiformesEm forma de grampos. De plantas trepadeiras
HaustóriosSugadoras de plantas parasitas
AquáticasAquáticasPara fixação ou flutuação

Tanto as raízes axiais como as fasciculadas podem acumular substâncias de reserva. Passam, então,


a ser chamadas de tuberosas.






Tipos de sistemas radiculares: 
Axial ou pivotante: caracterizam as dicotiledôneas tem apenas uma raiz primária e várias ramificações. Alguns exemplos é o feijão e os abacateiros. 
Fasciculada: caracterizam as monocotiledôneas, possui diversas raízes que saem do mesmo ponto, ficando embaraçadas. Um exemplo é o milho. 
Adventícias: surgem do caule e servem de suporte para as árvores. Ex: milho. 
Tuberosas: Tem a função de órgãos de reserva. Ex: beterraba, cenoura. 
Pneumatóforos: são encontradas em ambientes aquáticos e em solos estéreis, são apropriadas para captar oxigênio. 
Sugadoras: sugam a seiva de outros vegetais.

Estrutura primária da raís


CascaEpiderme - tecido re revestimento primário, com pelos e sem estômatos e cutícula
Exoderme - camada com células reforçadas que substitue a epiderme quando esta cai
Parênquima cortical - tecido de preenchimento que fica na casca e armazena reservas
Endoderme - camada mais interna da casca.Nas dicotiledôneas com estrias de Caspary
Nas monocotiledôneas com células em "U"
Cilíndro centralPericiclo - camada externa do cilíndro central, de onde saem as ramificações da raíz
Feixes condutores - xilema e floema separados com disposição radial
Medula- tecido de preenchimento central que armazena reservas.